Plantão de Atendimento
O Evangelho no Lar e no Coração

Você pergunta e Verdade e Luz responde

Pergunta n.º 1:

A reunião do Evangelho no Lar e no Coração que se realiza em casa, substitui as reuniões de estudo de O Evangelho no centro espírita?

R. Não. A reunião no lar tem a finalidade de reunir os familiares para o estudo e o diálogo em família, por isso é uma reunião íntima. No centro, participam os freqüentadores que também estudam e se confraternizam, porém os assuntos particulares ou familiares não são tratados nesta reunião. O ideal é fazer a reunião em casa e participar das reuniões do centro.

Pergunta n.º 2:

As crianças podem participar das reuniões do Evangelho no Lar e no Coração?

R. Sim, podem e devem. Da reunião participam todos os membros da família; é muito importante que as crianças, desde cedo, participem e passem a gostar desse momento. Com a participação de crianças, devemos adequar o vocabulário ao grau de sua compreensão. Dependendo da idade, até podem ler um trecho do livro ou fazer a prece de abertura ou de encerramento. São tarefas prazerosas à criança e ela passa a se sentir útil.

Pergunta n.º 3:

Quando uma pessoa está ausente do lar, por motivos os mais diversos, ela deve fazer o estudo do Evangelho no Lar e no Coração?

Resposta: Sim, se possível, no mesmo dia e hora estabelecidos, procurando um lugar adequado e estabelecer uma ligação mental com os familiares que permaneceram no lar.

Caso Você tenha alguma dúvida sobre como realizar O Evangelho no Lar e no Coração, entre em contato conosco.

Pergunta n.° 4:

Por que realizar o estudo do Evangelho no Lar, quando temos numerosas igrejas e templos na diversidade dos cultos e variados ofícios religiosos?

Há que se reconhecer sim a utilidade e importância das instituições religiosas, todas necessárias, cumprindo específicas funções frente a o Espírito humano nas diversas faixas evolutivas.

O Lar, entretanto, conforma-se como o templo mais nobre, pois oferece, como fruto de relacionamentos diários, a oportunidade para os esforços e despertamentos ininterruptos.

Na convivência sob um mesmo teto representa ele o local ideal a exigir compreensão, bondade, fraternidade, carinho. Cada atrito é convite à ação construtiva da fé, da esperança, dos testemunhos da ação na confiança em Deus.

Enquanto as casas e templos religiosos trabalham com informações e propostas de um ideal maior, o lar oferece oportunidade para a prática das pequenas realizações. Passa a ser, para cada familiar um ninho, no qual cada um cria para si mesmo, as asas da perspicácia, da atenção no carinho do amor desinteressado que se plenifica no bem-estar do outro.

Pergunta n.° 5:

Quando n tempo, ter-se-ia iniciado a prática do Evangelho do Lar?

O momento exato perde-se num passado que não registra início. NO livro "Renúncia", entretanto, história real ocorrida no século de Luiz XIV, há narração de que a família Davenport, às quartas-feiras e domingos, praticavam reuniões domésticas de estudo do Evangelho.

Quando perguntaram ao Sr. Davenport quando se originara tal costume ele esclarece que haviam sido aconselhados por um sacerdote americano, decidindo-se então "(...) nossa igreja lareira (...)" por considerarem que a família é o nosso primeiro santuário, o lugar por excelência no qual reencontros, reacertos e preparos para a vida fora do lar, devem acontecer.

Pergunta n.° 6:

Pode-se fazer o "Evangelho no Lar" numa prisão?

Um lar, uma família é constituída pelos elementos consangüíneos ou não que formam, constituem os agrupamentos, convivem juntos em função de objetivos comuns que os mantém sustentando o núcleo. Este terá, nesse sentido, a função de abrigar, alimentar, prover e educar.

Desse modo, companheiros ou companheiras, segregados da sociedade em regime de convivência comum, forma um núcleo com normas que facilitem o relacionamento do todo, Por tempo determinado que pode ser mais ou menos longo, aquele espaço se constitui como lar de cada um.

Instalar aí uma pequena reunião doméstica do estudo do Evangelho, seria incorporar luz a todo um aparato repressivo externo, despertando, não importa em que proporção, para um voltar ao íntimo no encontro do próprio eu, recebendo divinas mensagens na consciência.

A instalação do Evangelho seria, de imensa utilidade, abrindo novos horizontes ao Espírito que dia mais próximo ou longínquo, adaptar-se-á aos seus ensinamentos.

Pergunta n.° 7:

Por que é tão importante realizar-se o Evangelho no Lar? O que ele representa?

O agrupamento familiar é imprescindível às lutas da iluminação. Apresenta-se como celeiro dos valores educativos que elevam o homem acima das preocupações humanas. Reencontram-se aí simpatias e antipatias de outros tempos em processos íntimos, pessoais, intrincados e interligados de maneira especial, diferente de todos os demais relacionamentos, buscando e oferecendo possibilidades de reajustamento emocional.
Lições são recapituladas e apreendidas, reeducando sentimentos, na estima sem paixão, nas corrigendas sem ódio, situações e detalhes que representarão sempre busca de equilíbrio espiritual necessário para as sublimes realizações na imortalidade.
Destaca-se o núcleo familiar, pela intimidade de laços que une seus componentes, como oportunidade única para retificar caminhos.

Pergunta n.° 8:

Quais os efeitos do estudo evangélico quando de sua ação na prática do Evangelho no Lar?

Muitas vezes para as criaturas terrenas, trata-se apenas de uma leitura e comentários sobre o texto lido.
Muitos não conseguem perceber que a mensagem contida é um convite de Jesus para que, aplicados pessoalmente, redundem em renovação dos relacionamentos que tem que nascer no íntimo de cada um.
No campo espiritual, se pudéssemos ver, enquanto os comentários são feitos, Espíritos ali presentes, convivas habituais ou que são trazidos, invisíveis aos circunstantes humanos, são esclarecidos. Para eles, vultos, figuras, seqüências se agitam à cada parágrafo comentado. Destaca-se em cada um, Jesus, em aula terapêutica, balsamizando tristezas e dores, sinalizando possibilidades, oportunidade de recomeços, surgimento de esperanças em corações até então detidos no desespero e na dor.

Pergunta n.° 9:

Como a sós ou com familiares o Evangelho no Lar pode propiciar alerta, auxílio a encarnados e desencarnados?

No caso dos encarnados, será através da reflexão que cada mensagem ofereça e sua conseqüente aplicação aprimorando o campo dos sentimentos, pensamentos e atitudes.
O Evangelho no Lar realizado de forma mecânica, como se fora um ritual, por si só, não realiza transformações. Estas nascerão do comprometimento de cada um consigo, no sentido de educando-se direcionar-se na vida dentro das posturas cristãs.
Aos desencarnados, o clima ideal, formado pelos encarnados que buscam integrar Jesus na vivência normal do lar, a palavra repercute em ondas sonoras primeiramente as imagens mentais daquele que as profere e espalha-se pelo recinto saturando de substâncias fluido-magnéticas apropriadas às necessidades daqueles, que passam a ver Jesus convidando-os às decisões sadias. É nesse clima que se abre oportunidade aos Espíritos encarregados desses tratamentos, para se fazerem visíveis, convidando-os, despertando-os para a confiança de que é possível recomeçar no auxílio ali presente e que não falta nunca.

Pergunta n.° 10:

Pode-se estudar outros livros nas reuniões do Evangelho no Ler e no Coração, além do O Evangelho Segundo o Espiritismo?

Resposta – Sim. O Evangelho Segundo O Espiritismo é o livro indicado, mas a própria campanha (veja no folheto, em forma de coração) recomenda outras obras chamadas subsidiárias, isto é, que ampliam o conhecimento, com dados do cotidiano. Neste particular, o centro espírita pode e deve orientar os freqüentadores quanto às obras que possam ser agregadas ao estudo.

Pergunta n.° 11:

Como os centros espíritas podem colaborar para acelerar ou intensificar a campanha em favor do Evangelho no Lar e no Coração?

Resposta – De várias maneiras: despertar o interesse dos membros da diretoria e departamentos da casa, no sentido de que façam, ensinem a fazer e divulguem a campanha, em todas as oportunidades, despertando o interesse das famílias presentes na casa espírita.
A Diretoria do centro pode também facilitar a compra dos livros aos interessados, fazendo promoção das obras, especialmente para esse fim, como também, exibir o cartaz e distribuir folhetos da campanha. Por outro lado não se deve perder oportunidades, nos meios de comunicação, caso as entidades mantenham programas em rádio, televisão ou em outros meios de penetração popular, como jornais, outdoors e outros.
O papel do centro espírita é fundamental para o êxito da campanha Ele age como incentivador, orientador, e como sustentador da campanha.

Pergunta n.° 12:

Quando fazemos a reunião do Evangelho no Lar e no Coração, sozinhos, sem companhia, a leitura precisa ser em voz alta para que os Espíritos presentes possam ouvir?

Resposta: Não, não há necessidade disso, se for esta a preocupação. Os Espíritos lêem o nosso pensamento, o que quer dizer que à medida que fazemos a leitura mentalmente (só com os olhos) Eles nos acompanham.

Por vezes, para quem está sozinho, a leitura em voz alta pode ajudar a manter a concentração, a pessoa fica atenta à lição e evita possível sonolência.

Pergunta n.° 13:

Podemos fazer a reunião do Evangelho no Lar e no Coração mais de uma vez, na semana?

Resposta: Não é a quantidade de reuniões que vai produzir os efeitos salutares proporcionados pelo Evangelho no Lar, mas a constância, a seriedade e a conduta dos participantes durante e após a reunião. Não existe qualquer regra que impeça de se fazer mais de uma reunião na semana, mas é preciso agregar valor às reuniões para que não perca o seu caráter educativo-moral.

Se você tem alguma pergunta sobre este tema envie-nos por aqui.





Intermunicipal de Ribeirão Preto - Caixa Postal, 827 - 14001-970 - Ribeirão Preto, SP