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Novembro de 2006, edição n°. 250
Jornal Eletrônico Verdade e Luz

Índice

1º Encontro Brasileiro Espírita-Esperantistas
Suplemento Infantil
Bazar de artesanato - dia 23 de novembro
Premonição
O 5º Encontro Almas Integradoras
Gustavo Leopoldo Rodrigues Daré
Seminário Sobre Obsessão e Desobsessão
A BELE - Batuira Editora e Livraria Espírita
Gracinda M. Artioli Firmino
Finados sob a ótica
Filme que comprova reencarnação será lançado em DVD em premiére Mundial
A Reencarnação segundo o Espiritismo
Reflexões Espíritas sobre Problemas Atuais do Mundo
Todos ensinamos, todos aprendemos
Nada de orgulho
Cajuru 50 Anos C.e. Euripedes Barsanulfo
Atividades desenvolvidas em 2006
Jornada da AME-SP
Desafetos do passado... Será mesmo?
13 Congresso Estadual de Espiritismo
Concurso Literário Sesquicentenário de O Livro dos Espíritos
Conheça nossos Centros
Conquiste Amigos em 5 Continentes
Imortalidade
Fitoterapia
Mocidade Batatais

 

 

 

 

 

 

 

 

 


1º Encontro Brasileiro Espírita-Esperantistas

Foi realizado em Ribeirão Preto, nas dependências do Sanatório Espírita Vicente de Paulo, entre os dias 13/14 e 15 de Outubro o 1º Encontro brasileiro Espírita-Esperantistas, num trabalho da APERP – Associação Pró-esperanto de Ribeirão Preto sob a presidência da sra. Gracinda M. Artioli Firmino, Realização do Centro Espírita Batuíra
e com apoio do departamento de Esperanto da USE – Ribeirão Preto, sob a direção da sra Neusa Priscotin Mendes.

Teve o Esperanto como língua de trabalho, com o objetivo de promover o relacionamento
e o intercâmbio de pessoas interessadas neste tema e promover a prática da
Língua Internacional com temas e terminologia espírita. Contou com a inscrição de 140 participantes de33 cidades e 9 Estados brasileiros, o Encontro, que pretende ser o marco inicial de muitos outros teve por objetivo a discussão de duas propostas: Porque o Esperanto no Centro Espírita? E como Ensinar o Esperanto no Centro Espírita.
Estiveram também prestigiando o Encontro o presidente da USE Ribeirão Preto, Carlos Fonseca e o confrade José Antonio Luiz Balieiro, presidente da União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo (USE).

Pela manhã já começaram a chegar pessoas de longe e foram recebidas pelos esperantistas em seus lares.Às 15 horas aconteceu uma excursão ao Parque Curupira e ao Museu de Homeopatia
Abrahão Brickmann, pioneiro no Brasil em apresentar as legendas em Português e em Esperanto.

Alguns participantes pemaneceram em hotéis, outros em alojamento
comunitário. O serviço de refeições no próprio local possibilitou
convivência calorosa e maior troca entre os participantes.

À noite o Coral Espírita Batuíra cantou em Esperanto e a palestra de abertura, em Esperanto, proferida pelo Prof. Passini, de Juiz de Fora: "Esperanto: A Língua da Nova Era"

No sábado e Domingo foram apresentadas 13 palestras em Esperanto .Houve discussão sobre "Tradução" sob orientação de Paulo Sérgio Viana, de Lorena, e discussão sobre "Porquê" e "Como" o Esperanto nas Instituições Espíritas sob orientação de Rodrigo, de Batatais.

Houve noite de arte participativa e programa para jovens, com jogos, oficinas e apresentações,
e atividades com crianças por jovens de Ribeirão Preto.

A cidade de Uberlândia assumiu a realização do próximo
Encontro Brasileiro de Espíritas Esperantistas nos dias 7, 8 e 9 de setembro de 2007.

Comissão Local Organizadora do primeiro BRES: Gracinda Maria Artioli Firmino, Paula Medve Zulques e Neusa Priscotin Mendes

Gracinda M. Artioli Firmino

Presidente da Associação Pró-esperanto de Ribeirão Preto (APERP), a senhora Gracinda, quando da realização do 1º Encontro Brasileiro de Espíritas Esperantistas em Ribeirão Preto, nos concedeu a seguinte entrevista:

VL – O que é e quando surgiu o Esperanto?
O Esperanto é a língua internacional neutra, criada em 1887 pelo médico oftalmologista nascido em Bialistoque, cidade situada na atual Polônia, que naquela época estava sob o domínio Russo, Dr. Lázaro Luís Zamenhof..
É uma língua regular, simples, sonora que tem o propósito de ser ponte entre as línguas étnicas nos diversos campos de atividades científicas, culturais e sociais.

VL – Como foi o seu contato com o Esperanto?
Sempre me interessei pelo Esperanto, e em 2001 tive a feliz oportunidade de participar de um curso básico no Centro Espírita Amor e Caridade Jesus e Maria.

VL – Que tipo de atividade a senhora desenvolve como esperantista?
Sou estudante desse idioma e Presidente da Associação Pró-Esperanto de Ribeirão Preto, que foi fundada por um grupo de idealistas, para divulgar a língua na cidade de Ribeirão Preto e nas regiões circunvizinhas.

VL – Como inserir o Esperanto nos Centros Espíritas?
#Promovendo cursos para os mais diversos grupos (para crianças, jovens e adultos) #Promovendo divulgação do que significa o Esperanto na visão dos espíritos (nós espíritas temos o privilégio de termos revelações a respeito do significado do Esperanto no desenvolvimento do Planeta, e não podemos nos descuidar de cultivar este conhecimento),
#Desenvolvendo grupos de estudo de obras espíritas em Esperanto no cultivo da Língua e da doutrina ao mesmo tempo (eu mesma participo de um destes grupos de estudo)
#Preparando tradutores da literatura espírita ao Esperanto (com o desenvolvimento do Espiritismo, temos vasta literatura no Português sua Língua original, e tradutores destas obras devem ser falantes de berço do Português e suficientemente capazes no Esperanto para fazer traduções). Necessitamos de muitos trabalhadores para, por exemplo, traduzir a obra toda de André Luís, Yvonne A. Pereira, e espíritos que se manifestaram através de Divaldo P. Franco, só para citar os desencarnados, e ainda outros autores mais recentes, que merecem ser traduzidos.
A seara é vasta, e requer labor incessante e infinito.

VL – O Esperanto tem o que como objetivo?
O objetivo do Esperanto é a PAZ, a concórdia e a união entre os povos, a solidariedade universal vivenciada na prática, promovendo os princípios de sua idéia interna através da remoção de uma das mais complexas barreira ao entendimento humano: a barreira lingüística. Zamenhof mesmo disse que a Língua é um meio, o fim a atingir são as relações pacíficas, fraternas e solidárias entre os povos. Emmanuel nos diz na introdução do livro “Esperanto como Revelação”: “... convidando-nos à continuidade da obra de Zamenhof, o missionário da união e da solidariedade, da concórdia e da paz.”.

VL – Além de livros da literatura espírita, onde mais o esperanto está inserido?
A literatura esperantista é vastíssima, e contém traduções da Literatura Universal e Livros Sagrados de diversas religiões. Zamenhof mesmo já cuidou de deixar traduzidos o Velho Testamento de A Bíblia Sagrada e obras de grandes autores da literatura como Shakesperare, Gogol, Moliere, Goethe, Dickens, Schiller, Heine, Orzesko, Alejhem. Grandes epopéias, grandes poetas já foram traduzidos, como Camões, Dante, Pushkin.
Todos os povos se interessam em traduzir suas próprias obras relevantes para o Esperanto, e a produção literária originalmente na língua é constante, em diversos campos da atividade humana.

VL – Sua mensagem para os nossos leitores.
No 1º Encontro Brasileiro de Espíritas Esperantistas tive a honra de fazer parte da comissão local como trabalhadora do Centro Espírita Batuíra, que foi o organizador do evento.
Os espíritas participantes concluíram que o Esperanto não é só mais uma língua, mas a língua ponte de amor entre os povos, servindo como divulgador do Espiritismo a corações solitários de muitas partes do mundo, como da correspondente húngara (paraplégica) que encontra nas mensagens Espíritas em Esperanto o conforto para suas angústias.
O movimento espírita brasileiro desde o inicio do século XX interessou-se em editar seus livros básicos em Esperanto e colheu muitos frutos disso. Sabemos que muitos se tornaram espíritas através de leituras destes livros: na Polônia, na Estônia, na Turquia, na República Tcheca, até na Inglaterra! É emocionante a história do menino de 14 anos Przemek, que, observando um fato de transe mediúnico, concluiu que deveria haver uma explicação para isso. Responderam-lhe que no Brasil havia uma Instituição (FEB) que tratava do estudo destes fenômenos, e até em Esperanto editava seus livros. Por essa razão ele fez contato com brasileiros, com a literatura espírita (em Esperanto, é claro!) e depois se tornou espírita, sendo hoje um ativo trabalhador do Espiritismo em seu país.
Ele necessitou dos livros traduzidos e eles estavam prontos, facilitando e sendo instrumentos concretos da divulgação do espiritismo.
Portanto, fica o convite aos amigos leitores para aprender o Esperanto, ensiná-lo, praticá-lo e divulgá-lo, que é contribuir com a divulgação do Espiritismo, objetivando a renovação moral da humanidade, a paz e a fraternidade, ideais que são do Esperanto do Espiritismo e do Evangelho de Jesus.

Jorge Jossi Wagner
Da redação

 

 

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SUPLEMENTO INFANTIL

MENSAGEM PARA NOSSA REFLEXÃO:

COLOCANDO LIMITES

É desde pequena que a criança vai aprendendo a ter equilíbrio e ordem, o que gera paz e alegria. Quando os pais colocam limites para os filhos, eles estão plantando as sementes da harmonia e aí pare tudo o que estiver fazendo, para ensiná-la.
Pais que chamam a atenção dos filhos e em seguida, continuam o que estavam fazendo sem esperar uma resposta da criança, estão perdendo autoridade.(autoridade de Pai)
É preferível agir mais e falar menos. Se a criança não atende, com calma e deliberação, vá até ela, pegue em sua mão e a conduza para o que for necessário, por exemplo: hora de dormir, tomar banho, etc.
Colocar limites e disciplina, é necessário para a segurança da criança e para que aprendam a lidar com as frustrações, desenvolvendo sua força de vontade. Assim os pais estarão preparando a criança para a vida.
Conduzir a criança colocando os limites que as leis nos apresentam, através do amor e do coração.

 

 

PARA VOCÊ CRIANÇA - INCENTIVO A LEITURA/ LITERATURA INFANTIL

Livro: HISTÓRIAS QUE JESUS CONTOU
Autor: Clóvis Tavares
Editora LAKE

São as histórias ou parábolas contadas por Jesus aos pequeninos, com as explicações evangélicas para o entendimento das mesmas.
Direcionado a todas as idades.

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EVANGELIZAÇÃO INFANTIL: -esta seção pode ser minimizada para ocupar pouco espaço – por exemplo, uma ou meia coluna

C.E.AMOR E CARIDADE
Rua Aurora, 274 –Vila Tibério –Ribeirão Preto
Sábados – das 17h00 às 18h00

C.E.APÓSTOLO PEDRO
Rua Jorge Velho, 59 – Vila Amélia – Ribeirão Preto
Domingos – das 9h30 às 10h30.

C.E.EURÍPEDES BARSANULFO
Unificação Kardecista
Rua Mariana Junqueira, 504 – Centro – Ribeirão Preto
Domingos – Das 9h00 às 10h00 – Evangelização
Das 10h15 às 12h00 – Mocidade

C.E. PAI JACOB DOS SANTOS
Rua Barão de Mauá, 188 – Vila Virginia – Ribeirão Preto
Domingos – das 8h45 às 10h00

SOC.BENEFICENTE MILTON MATTOS
Rua Pará, 1603, Ipiranga –Ribeirão Preto
Aos Domingos – às 9h00
Núcleo II – Rua Américo Batista, 1824 –Ipiranga
Sábados – às 15h00

S.E. ALLAN KARDEC
Rua Monte Alverne, 667 – Vila Tibério – Ribeirão Preto
Sábados – Das 17h00 às 18h30

S.E.CASA DA ESPERANÇA
Avenida dos Andradas, 1255 – Parque Ribeirão Preto – Rib. Preto
Sábados - das 15h00 às 17h00
Faixa Etária – de 03 aos 17 anos.

S.E. DONZELA DE ORLEANS
Rua Paraná, 1558 – Ipiranga – Ribeirão Preto
Domingos – Das 8h30 às 10h00

S.E. FONTE VIVA
Rua Sacadura Cabral, 832 – Campos Elíseos – Ribeirão Preto
Quartas-feiras – das 20h00 às 21h00

S.E. MARIANO DO NASCIMENTO
Rua Mal. Mascarenhas de Morais, 901 – Lagoinha – Ribeirão Preto
Sábados - das 15h00 às 16h00.

S.E.PEQUENINOS DE JESUS
Travessa São Roque, 108 – Campos Elíseos – Ribeirão Preto
Sextas-feiras - das 20h00 às 21h00
Mesmo horário das palestras para os pais.

A lista está aumentando, mas ainda faltam os horários de sua Evangelização.
Ligue ou envie para a Banca do Livro Espírita. Estamos aguardando!

DIVERTIMENTOS

ATIVIDADES PARA CRIANÇAS - TESTE SEU CONHECIMENTO

1) Leia a trovinha abaixo e responda:
“ Procura o bem, faze o bem.
Onde o teu passo estiver;
O mal nunca perde tempo
Para fazer o que quer.”

Reflita na sua conduta, faça um balanço e descreva no quadrinho abaixo as ações negativas e positivas realizadas por você:

AÇÃO NEGATIVA AÇÃO POSITIVA
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Agora reflita em como corrigir as ações negativas!

 

2) Pinte as RIQUEZAS DO ESPÍRITO, que os ladrões não roubam e as traças não destroem.

CONVITE

SEMINÁRIO EVANGELIZAÇÃO INFANTIL

IV MÓDULO

DIA 25 DE NOVEMBRO DE 2006
LOCAL: CENTRO ESPÍRITA SANTO AGOSTINHO
Rua João Ramalho, 1224, Campos Elíseos – Ribeirão Preto
HORA : 15:00 ÀS 18:00
INSCRIÇÕES: 3610-1120

 

 

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Bazar de artesanato - dia 23 de novembro

A Soc. Esp. Obreiros do Bem realizará das 14 às 19 h, no Araucária Plaza Hotel, à rua João Penteado, 2103, o seu tradicional bazar de artesanato.
Produtos de tear, para decoração, pratos prontos e muitas novidades, tudo a preços convidativos. Todo o produto se destinará à manutenção das atividades desenvolvidas pela Obreiros, à rua Gui Saad Salomão, 880 - Parque Rib. Preto. Prestigie!

 

 

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PREMONIÇÃO

1. Se perguntarmos na rua, vamos encontrar casos de pessoas que, por exemplo, sonharam com determinada situação e ela aconteceu ou que, certa vez, quando o telefone tocou, tiveram a certeza de que era o fulano e, no final, era realmente o fulano. A Doutrina Espírita considera esses casos como premonições? Como podemos diferenciar coincidências cotidianas de premonições verdadeiras?
Premoniçãoé uma sensação, um sentimento, uma espécie de advertência de algo que irá (ou está para) acontecer, sem vestígios que o justificassem ou mesmo o indicassem.
pelo enfoque do Espiritismo premonição seria a faculdade psíquica — espécie de mediunidade — que todos temos, a qual possibilita o conhecimento antecipado de fatos ou situações futuras.ocorre em várias circunstâncias:
- pode representar um bom (ou mau) conselho de um Espírito desencarnado; obviamente, se bom, vem de um amigo; se mau, de inimigo ou, às vezes, apenas de um zombador inconseqüente, que se diverte com o medo ou euforia que provoca;
- antes de nascer, o indivíduo toma conhecimento do seu programa reencarnatório e aí, quando encarnado, , à aproximação de fato marcante previsto naquele programa, visita-o ligeira impressão daquilo que está para acontecer;
- no sono, esse desdobramento proporciona emancipação parcial ao Espírito que, no plano espiritual, pode então se encontrar com Espíritos afins que lhe dão notícia de algo que está, , sendo engendrado em torno da sua existência, ou do seu círculo de parentesco ou amigos, ou no local em que reside e até mesmo relativamente ao plano terreno. Temos como exemplo dessa última hipótese as visões dos profetas, de todos os povos e em todos os tempos;
- o instinto (sublime ferramenta de sobrevivência de todos os seres vivos) responde por grande número de pressentimentos; nesse caso, a forma autônoma como o instinto opera torna imprevisível seu mecanismo, não sendo, pois, passível de ser “administrado”);
- já a intuição, que tanto maior será em razão da elevação moral, também justifica e contempla o conhecimento de fatos futuros, por situar o indivíduo em sintonia mais ou menos permanente com os Espíritos responsáveis pela realização de tarefas neste planeta. imaginamos que a intuição é a depuração máxima do instinto: quanto mais depuração moral ocorrerá aumento intuitivo e decréscimo instintivo; assim, quanto mais virtuoso for o Espírito, maior será sua intuição e inversamente, menor seu instinto;
- a “dupla vista” (o indivíduo, na vigília, ver com os olhos da alma fatos distantes ou futuros) pode também proporcionar pressentimentos. foi pela dupla vista de vários profetas que temos registros históricos de vários perigos que foram afastados ou, ao menos, minimizados. Como exemplo podemos citar a interpretação exata de incontáveis sonhos bíblicos: José – in Gênesis 41:15-30, 47-49, 54; Gideão – in Juízes 6:11, 7:13-22; Nabucodonosor II – in Daniel 2:1-9, 29-45; e 4:10-17; José, pai de Jesus – in Mateus 1:20-21; 2:13; 2:20.
a “dupla vista” é atributo de Espíritos evoluídos, sendo que Jesus é o exemplo máximo de Espíritos que a possuem, como, aliás, de todas as demais faculdades e dons morais.
1.1 - Coincidências cotidianas
No exemplo (da pessoa “saber” antecipadamente quem está ao telefone que tilinta) nada objeta supor que isso acontece pelos mesmos insondáveis, conquanto freqüentes, casos de telepatia (comunicação direta de duas mentes, sem intermediários). Uma coisa, porém, parece governar tais ocorrências: que os dois Espíritos sejam afins e estejam sintonizados numa mesma faixa vibratória.

Posso dizer que uma pessoa que tem premonições é médium? Qual é a definição de médium?
Não. Não pode. Médium, em linhas gerais, é um indivíduo que possui a faculdade mediúnica orgânica que o possibilita ser intermediário do plano espiritual com o terreno, comunicando-se com Espíritos desencarnados. Há casos, mais raros, de comunicação de Espíritos inter vivos, isto é, encarnados ambos: o médium e o locutor, o qual, nesse caso, onde estiver estará desdobrado pelo sono


Como o Espiritismo explica que algumas pessoas tenham a faculdade de prever acontecimentos futuros e outras não?
A premonição é faculdade que apresenta vários graus. As pessoas que a têm em alto nível se tornam marcantes. Mas todos temos essa faculdade, por isso é que aparentemente há quem não a possua...

Pessoas que têm a faculdade da premonição também podem ter visões de espíritos? Uma coisa está necessariamente relacionada À outra?
Sim, para a primeira pergunta; não, para a segunda.

No Espiritismo, como uma pessoa que tem a faculdade da premonição ou da clarividência aprende a conviver com essa faculdade?
Essa pessoa será a responsável pelo emprego que fizer dessa faculdade. Explicam os Espíritos Superiores, relembrando Jesus, que deve ser dado de graça, tudo aquilo que de graça for recebido... O melhor emprego, evidentemente, será pautado pelo bom senso: muito tato, para não desandar a contar tudo o que pressente, evitando causar desconforto ou inaugurar preocupação em quem quer que seja; divulgar só aquilo que promova o bem, coletivo ou individual, ou que resulte em atitudes de precaução, de prudência, de vigilância.

Como uma pessoa pode ter a certeza de que ela é médium? Existem alguns sinais que indicam isso?
Normalmente não se poderá e nem se deverá afirmar de imediato, que é médium aquele indivíduo que apresenta alguma anormalidade psíquica ou comportamental, ou que esteja sendo visitado por acontecimentos estranhos, inusitados, inexplicáveis.
Existem alguns sinais ou sintomas que podem, subjetivamente, serem indicativos de eclosão da mediunidade.
Prudente, será aguardar a repetência ou continuidade dos sintomas e que esse indivíduo passe a freqüentar um Centro Espírita, para ser orientado por espíritas estudiosos e prudentes, detentores de experiência mediúnica ou doutrinária, os quais analisarão o caso, sem emitir diagnósticos apressados, do tipo “é mediunidade a desenvolver!”. Aí, com observação fraternal e contínua, o próprio tempo definirá se realmente se trata de mediunidade ou se a pessoa deve ser encaminhada à Medicina terrena — outra grande bênção neste planeta. Só no primeiro caso, essa pessoa deverá ser matriculada em cursos de mediunidade, passar a assistir palestras doutrinárias, receber passes, engajar-se em alguma atividade filantrópica, para então, mais tarde, ser convidada a participar de grupo mediúnico.
Eurípedes Kühl

 

 

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O 5º Encontro Almas Integradoras

Comunicação e Conhecimento ocorrerá no dia 26 de novembro de 2006, das 9:00 às 12:00 horas, na Sociedade Espírita Mariano do Nascimento, rua Mal Mascarenhas de Morais, 901, Lagoinha, Ribeirão Preto. Atividade integrante do projeto Almas Integradoras, da coordenadoria de Estudos da Mediunidade da USE-Ribeirão Preto, destina-se a todos os participantes de todos os tipos grupos de educação mediúnica dos centros espíritas da região. Neste encontro teremos a colaboração especial das espíritas araraquarenses Léa Fazan, responsável há 23 anos por destacado trabalho de desobessão, e Claudia Maria Navarro, autora do livro “Princípios Renovadores da Alma”. Com o tema “A Mediunidade como Instrumento de Produção de Conhecimento Espírita”, serâo apresentadas as experiências pessoais das autoras com a produção, organização e divulgação de informações geradas em reuniões mediúnicas, as críticas e critérios de seleção dos textos.
Temos interesse em entender como um médium se transforma de mediador de pequenas comunicações para intermediário de textos extensos e as reações dos espíritas e editores às novas obras. Neste encontro buscaremos uma reflexão sobre a finalidade educativa da mediunidade para os reencarnados, sua utilidade para a investigação do mundo espiritual, e como nossa sociedade espírita está atualmente organizada para explorar este poderoso instrumento científico.
Esperamos ansiosamente este momento para nos encontrarmos com todos os espíritas que desejam ver a educação mediúnica produzir frutos enriquecedores para nossa humanidade. Até lá.
(leia mais na página www.userp.org.br)

 

 

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Gustavo Leopoldo Rodrigues Daré
Jorge Jossi Wagner

Leo Daré, 37 anos, nascido em Regente Feijó, SP, filho de Carmem Daré e José Daré, casado com Maria Elisa Borghetti Daré, 3 filhos – Bruna, Gustavo e Giovana. Médico endocrinologista e mestrado em clínica médica. Oito anos de trabalho na Prefeitura de Ribeirão Preto como clínico geral e emergencialista. Professor durante três anos no curso de medicina da UNAERP.
No Movimento Espírita: primeiro cargo administrativo foi com 16 anos, como diretor do Departamento de Mocidade do Conselho Regional Espírita de Presidente Prudente. Em Ribeirão Preto, foi um dos fundadores da Mocidade Esperança da Ass. de Costura Meimei, em 1987. Desde 2005 participa da diretoria da USE-Ribeirão Preto como um dos responsáveis pela Coordenadoria dos Estudos de Mediunidade do Departamento de Orientação Doutrinária. Desde fevereiro de 2006 como diretor do Departamento de Orientação Doutrinária .No centro espírita que freqüenta, é um dos coordenadores do curso de educação sistematizado de mediunidade COEM II.

VL – Como foi o seu contato inicial com o espiritismo?
Leopoldo - Quando eu tinha entre 6 e 7 anos de idade, meus pais começaram a freqüentar o Centro Espírita André Luiz, na cidade de Presidente Prudente e me levavam nas reuniões abertas e nas aulas de Evangelização Infantil. O Espiritismo foi introduzido em minha vida como parte integrante da minha educação.

VL – O que significa ser diretor do Departamento de Orientação Doutrinária?
Leopoldo – Fui surpreendido com o convite para ser o diretor do departamento na gestão 2006-2008, e tem sido um desafiou estimulante e gratificante. Vejo a USERP como uma instituição de unificação do movimento espírita, e defino unificação como uma atitude de aproximação de diferentes grupos espíritas que buscam, através da troca de experiências e de conhecimentos, o crescimento individual e grupal. Por isso, parece-me fundamental mudar o conceito do papel do departamento junto à comunidade espírita de nossa região. O diretor do departamento não tem a função de definir normas de condutas dos centros espíritas ou qual conhecimento é ou não espírita, não precisa ser a maior autoridade em Espiritismo na região, mas precisa promover espaços de reflexão crítica dos conhecimentos e atitudes espíritas, onde cada indivíduo seja valorizado como um igual, para conquistar sua autonomia de decisão, e estimulado a ensinar e aprender.

VL – Como está sendo o apoio para atuar na área de orientação doutrinária?
Leopoldo – Apesar de já fazer 10 meses que estou à frente do departamento, muitos ainda não me conhecem e não consegui tornar compreendido, para a maioria dos espíritas, esta forma de trabalho. Tenho conhecido pessoas animadas em participar conosco, as quais têm sido o sustentáculo de nosso trabalho, juntamente com o apoio e estímulo da diretoria da USERP. No entanto, este grupo de trabalho é ainda pequeno comparado com o tamanho da comunidade espírita, alcança a minoria dos centros espíritas abraçados pela USERP, e convivemos com algumas indiferenças aos apelos de participação. Uma de nossas maiores dificuldades tem sido a instalação do projeto Almas Integradoras, a qual busca debater a educação mediúnica.

VL – Qual o atual programa desenvolvido pelo departamento? E os futuros temas já estão delineados?
Leopoldo – Mantive praticamente a mesma estrutura administrativa construída pelo Ramatis em 2004. A comissão executiva é formada por 13 membros: eu, Alcir P. M. Garcia, André L. Bordini, Carmen D. R. Daré, Gustavo Marcelo R. Daré, Iara A. Giovanini, Marcelo Petersen, Mário Gonçalves Filho, Marlene F. C. Gonçalves, Ramatis A. de Oliveira, Regina T. Burin, Renato Magosso e Valmir de Lima. Estamos distribuídos em 6 coordenadorias: do Curso de Atendimento Fraterno, de Estudos da Mediunidade, de Estudos sobre o Passe, do Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita, de Eventos / Simpósio Espírita de Ribeirão Preto, e das Palestras da USERP. Os programas são variados e convido a acessarem nossa página na Internet, www.userp.org.br, para visualizar todo o programa e calendário de 2006. O departamento realizará em novembro reunião de avaliação das atividades de 2006 e definirá as mudanças para 2007. Devido aos 150 anos de lançamento do Livro dos Espíritos, o Simpósio Espírita e o ciclo de palestras da USERP privilegiarão esta comemoração. O desenho detalhado dos temas das palestras da USERP está sendo discutido com todos os oradores, estamos recebendo as propostas individuais, que no momento contabilizam 17, e em novembro finalizaremos o programa em reunião do grupo de oradores. Acalento o desejo de realizar o Encontro de Educação Espírita em 2007, com a co-organização dos departamentos de Educação, da Infância e da Mocidade.

VL – As reuniões com os palestrantes para estudo dos temas mensais tem tido uma boa freqüência?
Leopoldo - Atualmente o grupo de palestrantes é formado por 37 membros, freqüentadores de 19 sociedades espíritas diferentes, e realizam palestras pela USERP em 48 centros espíritas. O número de participantes nas reuniões de preparação dos temas mensais tem sido baixa, no máximo 50% do total. Acredito que um dos motivos seja a dificuldade em compreender que o engajamento e a responsabilidade pelo resultado do trabalho são de todos. Também me parece pouco claro, para a maioria dos participantes, que este trabalho é uma das atividades regulares da USERP com maior poder de unificação. Tenho buscado a parceria dos centros espíritas, com a indicação de novos oradores e no dialogo conosco e com os oradores, esta liberdade de contato direto orador-centro-departamento esta começando a existir e será muito produtivo para todos. Objetivo ter, pelo menos, um orador de cada centro espírita no quadro de oradores da USERP. O grupo que efetivamente participa das reuniões tem sido muito atuante, debatendo as dificuldades, fornecendo sugestões e preparando todo o material dos temas estudados. No ciclo de estudos de 2006 foram discutidos 9 temas por 9 autores diferentes, que cumpriram a tarefa com dedicação e qualidade.

VL – Qual é a área no espiritismo que mais se identifica?
Leopoldo – Eu tenho dificuldades na realização assistencial, nunca participei regularmente de nenhuma atividade deste tipo. Interesso-me pela educação do ser humano, na sua transformação moral profunda, não de aparência, na mudança dos conceitos, valores e paradigmas, que são as fontes geradoras do comportamento. Interesso-me pela libertação e autonomias das consciências, pela construção de Espíritos que reflitam seus problemas e dependências, para poderem evoluir consistentemente. Interesso-me pelo significado e contribuição da filosofia e ciência espírita para a humanidade. Interesso-me pela atitude do movimento espírita, pela sua capacidade de se auto-avaliar, de elaborar novos conceitos, de promover o progresso da doutrina espírita, alicerçado em metodologias confiáveis e democráticas. O desenvolvimento destes métodos científicos e filosóficos seguros e construção de um ambiente democrático é que me estimulam a participar da atual diretoria da USERP.

 

 

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SEMINÁRIO SOBRE OBSESSÃO E DESOBSESSÃO
DIA: 26/11/2006
HORÁRIO: DAS 15 ÀS 18 HORAS
LOCAL: SOCIEDADE ESPÍRITA ALLAN KARDEC DE RIBEIRÃO PRETO - SP
RUA MONTE ALVERNE, 667, VILA TIBÉRIO - TELEFONE: (16) 3625-2513
ENTRADA FRANCA

 

 

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A BELE - BATUIRA EDITORA E LIVRARIA ESPÍRITA

comunica o lançamento de um novo livro: "Reflexões Úteis" de autoria de Leda de Almeida Rezende Ebner.
O livro já está disponível ao preço de R$ 25,00 e preço especial para
Distribuidores e Casas Espíritas. Vale a pena conhecer.

SINOPSE DE "REFLEXÕES ÚTEIS"

"Em Reflexões Úteis, o leitor vai se deparar com a sensação de saudade daquela simplicidade cristalina dos textos evangélicos. Efeito certamente, da experiência de vida aliada a um sentimento inato de aperfeiçoamento pessoal, pois só assim a experiência confere sentido à existência. Bom
senso, sensatez, é aquela qualidade do homem que tem 'mens', do grego, que quer dizer que é capaz de 'captar a voz das coisas', que profere a voz da realidade acima da sua própria. Por isso, que não se engane o leitor pela simplicidade. Cada lição representa um constante apelo ao discernimento já delineado no Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo VI: "Instruí-vos na
preciosa doutrina que dissipa o erro das revoltas e vos mostra o sublime objetivo da provação humana". Dissipar o erro das revoltas e aliviar e consolar os que sofrem e se sentem oprimidos. Ou seja, haverá de perceber em si mesmo, ao meditar nestas Reflexões Úteis, o efeito terapêutico do
entendimento da doutrina espírita, pois constitui-se o livro num instrumento propedêutico à compreensão das leis de Deus - ou a descoberta do sentido da sua existência.
Para isso, textos suaves dão o tom do fluxo do pensamento da autora, que vão compondo um diálogo com o leitor, onde este se vê diante de si mesmo, do seu pensamento, onde tem que aceitar ou pôr de lado as argumentações, pondo de lado também a própria capacidade de ser razoável, mentindo para si mesmo. Por isso, insistimos em dizer que há pérolas escondidas em cada lição e é
preciso ter uma busca, uma necessidade urgente para encontrá-las. Nelas, reconheceremos não apenas clareza porque deixa propositalmente brilhar a doutrina espírita, mas também a sensibilidade que acolhe o coração. Assim, de coração para coração é a oferta da autora. Ao sabor de um diálogo com o leitor que, convidado a degustar o material, sente-se como que convidado para um café, onde a prosa corre solta sem ser leviana, onde o convite acaba sendo: sermos melhores do que já somos porque já podemos sê-lo. Nos textos percebe-se a movimentação do pensamento da autora que parte de uma apresentação inicial de situações cotidianas, trazendo o leitor para perto do foco do assunto. Levanta, em seguida, a problemática a ser examinada na forma de um convite dando ao leitor o sabor de um diálogo entre amigos. Dá, finalmente, substância a sua argumentação, estabelecendo relações seguras entre o pensamento do cotidiano e a proposta espírita. E, será nessa relação, entre o cotidiano e o ideal, configurados sob as formas de como vivemos hoje e como deveríamos viver, nessa tensão, que se perceberá, o leitor, diante de um desafio, como que paralisado, por não conseguir alinhavar uma solução que harmonize tais tensões. Que não se assuste. É o processo terapêutico em ação. É que, via de regra, falta-nos o hábito das coisas claras, separando o essencial do acidental, estabelecendo o lugar de cada coisa, num verdadeiro exercício da filosofia prática ou filosofia das coisas humanas como concebia Aristóteles. Trata-se de saber como o homem deve organizar a vida para atuar segundo sua essência própria (espiritual), e não sob a influência da necessidade ou do acaso (contingências materiais). Trata-se do conhecimento das regras morais e do convite à sua realização. São tratados, então, entre outros, temas como Família, Pais e a missão de educar os filhos, Consciência, Desânimo, O perdão, A velhice segundo uma septuagenária, Por que participar das atividades do centro espírita, O espírita e a coerência, Espiritismo em nós, Quero olhar para você, Considerações sobre o amor, Dificuldades na ação de analisar, Porque e como vigiar e orar, Uma variedade que é também um convite para se cultivar as virtudes do homem segundo a sua natureza dupla: intelectual e moral. A clareza da argumentação falando-nos à natureza intelectual. A humanidade dos exemplos falando-nos à natureza moral de nossa alma. Daí passarmos a ver melhor as coisas e a desejar o melhor de nós mesmos. É, por fim, Reflexões Úteis, um exame de consciência, mas que, longe de nos fazer sentir culpados ou paralisados, devolve-nos os sentimento de competência e esperança apoiados na humanidade que todos somos capazes de manifestar ao realizar suas propostas. Conclui num convite simples ao otimismo e à prática ao alcance de todos, onde, se perceberá a Doutrina Espírita sendo utilizada conforme a concebiam os Espíritos Superiores no que tange ao seu legado filosófico: iluminar nosso pensamento cotidiano tocando-nos ao mesmo tempo o coração."

Pedidos diretamente à BELE - Batuira Editora e Livraria Espírita:
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de livros.

 

 

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Gracinda M. Artioli Firmino

Presidente da Associação Pró-esperanto de Ribeirão Preto (APERP), a senhora Gracinda, quando da realização do 1º Encontro Brasileiro de Espíritas Esperantistas em Ribeirão Preto, nos concedeu a seguinte entrevista:

VL – O que é e quando surgiu o Esperanto?

O Esperanto é a língua internacional neutra, criada em 1887 pelo médico oftalmologista nascido em Bialistoque, cidade situada na atual Polônia, que naquela época estava sob o domínio Russo, Dr. Lázaro Luís Zamenhof..

É uma língua regular, simples, sonora que tem o propósito de ser ponte entre as línguas étnicas nos diversos campos de atividades científicas, culturais e sociais.

VL – Como foi o seu contato com o Esperanto?

Sempre me interessei pelo Esperanto, e em 2001 tive a feliz oportunidade de participar de um curso básico no Centro Espírita Amor e Caridade Jesus e Maria.

VL – Que tipo de atividade a senhora desenvolve como esperantista?

Sou estudante desse idioma e Presidente da Associação Pró-Esperanto de Ribeirão Preto, que foi fundada por um grupo de idealistas, para divulgar a língua na cidade de Ribeirão Preto e nas regiões circunvizinhas.

VL – Como inserir o Esperanto nos Centros Espíritas?

#Promovendo cursos para os mais diversos grupos (para crianças, jovens e adultos) #Promovendo divulgação do que significa o Esperanto na visão dos espíritos (nós espíritas temos o privilégio de termos revelações a respeito do significado do Esperanto no desenvolvimento do Planeta, e não podemos nos descuidar de cultivar este conhecimento),

#Desenvolvendo grupos de estudo de obras espíritas em Esperanto no cultivo da Língua e da doutrina ao mesmo tempo (eu mesma participo de um destes grupos de estudo)

#Preparando tradutores da literatura espírita ao Esperanto (com o desenvolvimento do Espiritismo, temos vasta literatura no Português sua Língua original, e tradutores destas obras devem ser falantes de berço do Português e suficientemente capazes no Esperanto para fazer traduções). Necessitamos de muitos trabalhadores para, por exemplo, traduzir a obra toda de André Luís, Yvonne A. Pereira, e espíritos que se manifestaram através de Divaldo P. Franco, só para citar os desencarnados, e ainda outros autores mais recentes, que merecem ser traduzidos.

A seara é vasta, e requer labor incessante e infinito.

 

VL – O Esperanto tem o que como objetivo?

O objetivo do Esperanto é a PAZ, a concórdia e a união entre os povos, a solidariedade universal vivenciada na prática, promovendo os princípios de sua idéia interna através da remoção de uma das mais complexas barreira ao entendimento humano: a barreira lingüística. Zamenhof mesmo disse que a Língua é um meio, o fim a atingir são as relações pacíficas, fraternas e solidárias entre os povos. Emmanuel nos diz na introdução do livro “Esperanto como Revelação”: “... convidando-nos à continuidade da obra de Zamenhof, o missionário da união e da solidariedade, da concórdia e da paz.”.

 

VL – Além de livros da literatura espírita, onde mais o esperanto está inserido?

A literatura esperantista é vastíssima, e contém traduções da Literatura Universal e Livros Sagrados de diversas religiões. Zamenhof mesmo já cuidou de deixar traduzidos o Velho Testamento de A Bíblia Sagrada e obras de grandes autores da literatura como Shakesperare, Gogol, Moliere, Goethe, Dickens, Schiller, Heine, Orzesko, Alejhem. Grandes epopéias, grandes poetas já foram traduzidos, como Camões, Dante, Pushkin.

Todos os povos se interessam em traduzir suas próprias obras relevantes para o Esperanto, e a produção literária originalmente na língua é constante, em diversos campos da atividade humana.

 

VL – Sua mensagem para os nossos leitores.

No 1º Encontro Brasileiro de Espíritas Esperantistas tive a honra de fazer parte da comissão local como trabalhadora do Centro Espírita Batuíra, que foi o organizador do evento.

Os espíritas participantes concluíram que o Esperanto não é só mais uma língua, mas a língua ponte de amor entre os povos, servindo como divulgador do Espiritismo a corações solitários de muitas partes do mundo, como da correspondente húngara (paraplégica) que encontra nas mensagens Espíritas em Esperanto o conforto para suas angústias.

O movimento espírita brasileiro desde o inicio do século XX interessou-se em editar seus livros básicos em Esperanto e colheu muitos frutos disso. Sabemos que muitos se tornaram espíritas através de leituras destes livros: na Polônia, na Estônia, na Turquia, na República Tcheca, até na Inglaterra! É emocionante a história do menino de 14 anos Przemek, que, observando um fato de transe mediúnico, concluiu que deveria haver uma explicação para isso. Responderam-lhe que no Brasil havia uma Instituição (FEB) que tratava do estudo destes fenômenos, e até em Esperanto editava seus livros. Por essa razão ele fez contato com brasileiros, com a literatura espírita (em Esperanto, é claro!) e depois se tornou espírita, sendo hoje um ativo trabalhador do Espiritismo em seu país.

Ele necessitou dos livros traduzidos e eles estavam prontos, facilitando e sendo instrumentos concretos da divulgação do espiritismo.

Portanto, fica o convite aos amigos leitores para aprender o Esperanto, ensiná-lo, praticá-lo e divulgá-lo, que é contribuir com a divulgação do Espiritismo, objetivando a renovação moral da humanidade, a paz e a fraternidade, ideais que são do Esperanto do Espiritismo e do Evangelho de Jesus.

 

Jorge Jossi Wagner
Da redação

 

 

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Finados sob a ótica
Jorge Jossi Wagner
jorgewa@estadao.com.br

Existem algumas datas, criadas pelos seres humanos, que tem a capacidade de mexer com os sentimentos das pessoas de uma forma muito profunda. Uma dessas datas é finados, dia em que os mortos são mais reverenciados, lembrados com carinho e respeito. A visitação aos cemitérios é enorme, limpam-se os túmulos, encontram-se pessoas conhecidas e que há muito tempo não se via. Relembram-se do passado, às vezes tão distante. Rememoram-se acima de tudo a passagem lenta da vida sob os nossos olhos. Aliás, nada mais real para verificar a passagem do tempo do que conversar com as pessoas que foram nossas amigas desde a infância.
Para os espíritas, este dia é como qualquer outro, onde se lembram com carinho dos entes queridos que desencarnaram. Para os espíritos, os chamados mortos, este é um dia normal, mas, atendem aos pensamentos dos que ainda estão encarnados, ficando junto das sepulturas. Eles ali vêm por causa dos amigos e parentes que lhes enviam pensamentos de saudade e carinho.
A visitação ao túmulo nada tem de estranho, mesmo para um espírita, pois é uma maneira também de manifestar que pensa no espírito ausente. Podemos relembrar do amigo ou parente desencarnado em qualquer lugar ou dia, pois este receberá sempre os nossos pensamentos. Mas, em razão de vivermos num mundo onde ainda o materialismo é muito forte e a aceitação das idéias espíritas muito pequena, nada mais natural do que datas assim para fortalecer ainda mais as nossas lembranças.
O mais importante é que se possa ter, em relação à morte, muito equilíbrio para aceitar algo que é absolutamente natural. Claro que essa separação é muito dolorida, mesmo para os espíritas, que aceitam naturalmente que a morte física nada mais é do que uma separação passageira e que muito em breve estarão novamente com o “morto”.
O sentimento provocado pela morte é encarado pela maioria das pessoas como uma perda irreparável e eterna e provoca sensações diferentes em cada um que passa por essa situação. Não é fácil de uma hora para outra perder a companhia de uma pessoa querida. Parece que algo dentro das pessoas se rompe. A sensação de vazio, a falta da presença física, da ajuda em todos os momentos, coloca em cada um de nós uma tristeza sem fim. Somente o tempo, esse grande aliado de todos os momentos se encarregará de equilibrar novamente a vida dos que aqui ficaram. Se para nós que aqui ficamos com essa enorme saudade tudo é mais difícil, do outro lado, o que partiu, também sentirá a falta dos que ficaram. Mas o espírito desencarnado necessitará, para o seu equilíbrio, que as lembranças não se tornem doenças, desesperos, choros intermináveis, reclamações contra Deus pela perda. Quem fica tem o dever de aceitar a partido, afinal, a sabedoria popular há muito tempo ensina que “ninguém morre de véspera”. Assim, quando é chegado o dia da morte, por mais triste que esta data seja, deve-se ter forças para a sua aceitação. O espírito que vai até a sua sepultura para receber os parentes que ainda aqui estão, deseja rever a todos, esperando que estejam bem, felizes, seguindo a sua vida. Lembremos do desencarnado com saudade sim, mas sem desesperos ou blasfêmias contra o criador.
Dessa forma, ao invés de ser um dia triste, deve-se ter no finados uma data para lembrar com alegria de alguém que tenha proporcionado momentos muito felizes na vida de cada um. Lembrar que, como ensina a Religião Espírita, não existe a morte, mas apenas a mudança de planos e que, pela bondade do Pai permaneceremos eternamente vivos e juntos aos amigos e parentes, construindo a grande família universal cada vez mais equilibrada e feliz.

 

 

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FILME QUE COMPROVA REENCARNAÇÃO SERÁ LANÇADO EM DVD EM PREMIÉRE MUNDIAL.

A Versátil Home Vídeo, tradicional produtora e distribuidora de filmes brasileiros e europeus em DVD, através de seu selo Vídeo Spirite, promoverá o lançamento mundial, no dia 29 de outubro, no Cine Odeon no Rio de Janeiro, para 600 convidados, o filme Minha Vida na Outra Vida, baseado no livro autobiográfico Yesterday’s Children, de Jenny Cockell.
Os vídeos Extras inseridos no DVD são todos baseados na Doutrina Espírita. Há entrevistas com nomes importantes do Movimento Espírita Brasileiro, frases de Gabriel Delanne, Léon Denis, Allan Kardec e de personalidades históricas que defendem a reencarnação.
O DVD estará disponível para compra no local durante e depois da exibição nas lojas, livrarias e vídeo locadoras a partir do dia 06 de novembro.

O filme Minha Vida na Outra Vida foi produzido e é interpretado por atores não-espíritas.

Pela primeira vez na história, um filme retrata com fidelidade, lógica e respeito, a reencarnação, um dos pilares da Doutrina Espírita e tema de interesse de bilhões de pessoas em todo o mundo. Minha Vida na Outra Vida é inspirado num fato real e foi adaptada do livro Yesterday’s Children. Conta a história de Jenny Cockell, nascida em 1953 e que, em 1990, começa a ter visões da sua última encarnação nos anos 30. Intrigada, ela sai à procura de seus filhos da vida passada. É o início de uma jornada de pura emoção.
Jenny é magistralmente interpretada pela atriz Jane Seymour, a mesma de Em Algum Lugar do Passado. Só que desta vez não é ficção, é realidade. Preparem os lenços.

EXTRAS DO DVD

Vídeos com depoimentos de cientistas e
estudiosos sobre reencarnação

Dra. Marlene Rossi S. Nobre e Dr. Décio Iandoli Júnior
AME – Associação dos Médicos Espíritas.

Dr. Zalmino Zimmermman
ABRAME – Associação dos Magistrados Espíritas.

Dr. Nestor João Masotti
FEB – Federação Espírita Brasileira

Dr. Hércio Marcos C.Arantes
IDE – Instituto de Difusão Espírita.

 

 

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A Reencarnação segundo o Espiritismo

Em forma de texto tirado do Livro dos Espíritos, o Codificador da Doutrina Espírita Allan Kardec faz perguntas e obtêm através da mediunidade das irmãs Baudin as respostas dos Espíritos Superiores sobre o assunto.
A educadora e escritora Espírita Therezinha Oliveira responde as questões que todo mundo quer saber sobre reencarnação na Bíblia, em outras religiões e segundo o Espiritismo.

 

 

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Reflexões Espíritas sobre Problemas Atuais do Mundo

Eutanásia
Márcia Pacciulio
marcia_pacciulio@yahoo.com.br

Eutanásia é um vocábulo de origem grega que significa “boa morte” (Eu = boa; thánatos = morte). É, pois, o ato pelo qual se subtrai a vida de alguém, sob a escusa de evitar-lhe sofrimentos, bem como aos seus familiares.
Costuma-se classificá-la conforme dois critérios diferentes:
1 - De acordo com a ação do médico:
Eutanásia Ativa – quando se utiliza de alguma droga ou algum método que possa suprimir a vida do paciente. Como exemplos, podemos citar os personagens dos filmes “Menina de Ouro” e “Mar adentro”.
Eutanásia Passiva ( ou Ortotanásia) – quando se omite o uso de medicação ou técnica capaz de prolongar a vida do paciente. Para ilustração, lembremos o caso de Terri Schiavo em 2005, que teve a sua alimentação retirada depois que seu marido conseguiu uma autorização judicial.

2 - De acordo com a participação volitiva do paciente:
Eutanásia Voluntária: quando o próprio paciente solicita a ação supressora da vida.
Eutanásia Involuntária: quando os familiares, os responsáveis ou o Estado decidem pelo doente.

Afinal, em que momento ocorre a morte?
Na Visão Médica Oficial: atualmente, o maior critério para a constatação da morte, do ponto de vista da ciência médica é a morte encefálica, pois, nessas condições, o cérebro não consegue coordenar as funções elementares da vida orgânica. Para a determinação dessa lesão cerebral irreversível, o consenso é: eletroencefalograma (EEG) plano, ou seja, sem atividade elétrica, em tomadas contínuas de 30 minutos e intervalos de 24 horas; ausência de resposta cerebral (coma arreativo), com perda absoluta da consciência; abolição dos reflexos cefálicos; juízo clínico (inclusive com a participação de outros médicos, para os casos mais complicados).
Quando se constata a irreversibilidade do quadro, em geral é admitida a suspensão da utilização de técnicas ou medicações mais sofisticadas, que em nada poderão acrescentar ao curso clínico (como, por exemplo, os respiradores). Esta medida não deve isentar a manutenção de cuidados gerais, como a alimentação, cuidados de higiene e assistência médica, permitindo que o processo siga seu curso normal, sem apressá-lo (Eutanásia) ou estendê-lo desnecessariamente, provocando uma morte prolongada e sofrida, em um processo conhecido como Distanásia (dis = mau estado; thánatos = morte).
Na Visão Espírita:
Morte é a cessação da vida orgânica. Desencarnação é a libertação do Espírito imortal, um período de transição necessário à sua mudança de plano (é o passamento).
Em “O Céu e o Inferno” (2ª Parte – Capítulo I: O Passamento), Allan Kardec esclarece-nos:
“Tratando-se de morte natural resultante da extinção das forças vitais por velhice ou doença, o desprendimento opera-se gradualmente; para o homem cuja alma se desmaterializou e cujos pensamentos se destacam das coisas terrenas, o desprendimento quase se completa antes da morte real.... No homem materializado e sensual, que mais viveu do corpo que do espírito e para o qual a vida espiritual nada significa, tudo contribui para estreitar os laços materiais e, quando a morte se aproxima, o desprendimento, conquanto se opere gradualmente também,demanda contínuos esforços”.
Do estudo acurado desse capítulo, depreendemos que é de extrema importância respeitarmos a morte natural, pois que somente a Providência Divina (representada pela ação de Espíritos Técnicos em Desencarnação junto ao desencarnante) é que poderá avaliar com justeza o tempo necessário para que se complete o desprendimento total do Espírito, nos casos de morte por velhice ou doença.
A Associação Médico Espírita do Brasil (órgão representativo do Espiritismo junto à ciência médica oficial) apóia as medidas atuais adotadas em hospitais, conforme descritas no item anterior, como critério para a constatação da morte encefálica. No entanto, ressalta a importância de um juízo clínico apurado para evitar-se a prática de ortotanásia ou distanásia.

Podemos citar ainda outros argumentos Espíritas contrários à Eutanásia:
Joanna de Ângelis (“Após a Tempestade” – Capítulo 14: Eutanásia) relata-nos que existe um forte vínculo entre o passado comprometedor e as doenças degenerativas longas. Também há casos em que esses fracassos podem ter acontecido na reencarnação atual, provocando uma reparação imediata. De qualquer modo, a dor funciona aí como uma mestra eficiente que restitui ao espírito rebelde a oportunidade de compreensão e aceitação da Lei e de seu mecanismo educador.
Também é necessário considerarmos que as pessoas que lhes estão vinculadas, na condição de pais, cônjuges, irmãos e amigos, muitas vezes são os cúmplices de seus dramas e tragédias do passado, que sendo responsáveis diretos ou inconscientes, ora recebem a oportunidade de reabilitação através do auxílio fraterno e da dedicação amorosa.
Não menos drásticas são as repercussões que a Eutanásia provoca no Espírito desencarnante e no seu agente. Na Eutanásia voluntária há verdadeiro suicídio, variando apenas no que se refere ao agente e ao motivo pelo qual se dá, atenuando ou agravando os efeitos da escolha. Na Eutanásia involuntária, aquele que realiza, ordena ou participa do apressamento do desenlace carnal de outros, assume a responsabilidade por sua ação frente às leis divinas, na proporção dos motivos que o levaram a esse ato, que, nesse caso, é sempre um homicídio.
De qualquer modo, a morte antecipada repercute de imediato no desencarnante, desencadeando-lhe grandes dificuldades no processo de readaptação à vida espiritual, face ao trauma proveniente da maneira brusca e violenta em que se deu a morte física, promovendo uma verdadeira expulsão do Espírito de seu corpo físico.
Assim, a postura do Espírita frente aos movimentos de defesa da Eutanásia deve ser sempre de respeito à Vida, sob qualquer condição em que se apresente! Devemos trabalhar para que o amor e a solidariedade ganhem espaço nos corações das pessoas, substituindo a indiferença e o egoísmo criados pelo materialismo no coração e na mente daqueles que cometem esse crime!

 

 

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Todos ensinamos, todos aprendemos.
Nilza Teresa Rotter Pelá
ropela@eerp.usp.br

Na relação humana pautada no respeito ao próximo é amplamente reconhecido que todas as pessoas têm sempre algum conhecimento e no processo ensino-aprendizagem este pressuposto é de vital importância, pois, desta maneira é rompida a relação autoritária entre quem ensina e quem aprende. Esta relação autoritária remete o aprendiz para a posição de passividade na qual ele sentado na sua cadeira absorve tudo o que o professor lhe transmite, sem necessariamente passar pelo processo reflexivo. Costuma-se dizer, nos meios acadêmicos, que o ensino passa da lousa para o caderno do aluno sem passar pela sua cabeça.
Faço essa reflexão inicial para relatar um episódio muito interessante ocorrido durante a discussão do tema Espiritualidade e Reincarnação* em um grupo de gestantes carentes assistidas por uma sociedade espírita.
A pergunta motivadora era: quando morremos desaparecemos?
Uma das gestantes, adolescente de 13 anos, muito segura respondeu que não e muitas vezes podemos até estar presente no nosso enterro, já separado de nosso corpo. Muito surpresa, perguntei onde havia aprendido isso, e mais surpresa fiquei quando ela disse foi em um cd de Rap.
Não posso negar que a resposta pareceu-me um tanto quanto inusitada, como também não posso negar que tenho restrições a esse tipo de música. Continuando a conversa, outras gestantes também fizeram referência a musica em questão, ai mostrei-me interessada e recebi a promessa que na próxima semana trariam o nome da música e o nome do conjunto.
Promessa feita, promessa cumprida, na outra semana as informações chegaram: era a música Paraíso Paranóia do grupo Expressão Ativa no cd com o título Na Dor De Uma Lágrima. Comprei o cd, mas a letra da música muito longa e a batida, para mim, dificulta o entendimento. Fui para a Internet e encontrei a letra. São 976 palavras distribuídas em 112 linhas, sem refrão.
São duas pessoas conversando e uma delas está inquieta, pois a outra pessoa já havia morrido e no lugar onde estava havia muito choro, outra pessoas são identificadas, inclusive uma que havia sido morta pelo rapaz; no desenrolar do relato vê a própria mãe chorando sobre um cadáver envolto em um plástico preto e acaba entendendo que o enterro é o seu, pois havia sido morto com quatro tiros na cabeça vítima do tráfico de drogas que havia praticado. A certa altura da música o recém desencarnado foi lembrado que no dia anterior havia recebido a visita de evangélicos em sua casa, mas que ele não deu atenção e agora sua situação será muito difícil. É avisado que será levado à presença de alguém o que o deixa em situação de desespero.
A realidade da sobrevivência da alma após a morte está claramente apresentada, bem como, nesta volta à vida espiritual levamos conosco nossas realizações e faceamos com pessoas que tenhamos prejudicado e que o ambiente que construímos com nossas projeções mentais são os que lá habitaremos. Penso que se falássemos de todas essas realidades ao nosso grupo de gestantes adolescentes, a temática não seria tão bem compreendida como o foi na apresentação desse grupo de rap.
Outro ponto a destacar é a bondade dos mensageiros do plano espiritual, que felizmente não têm os nossos preconceitos e sabem aproveitar dos recursos mais acessíveis para trazer o conhecimento da realidade espiritual.
No último capítulo de “A Gênese” – Os tempos são chegados: Sinal dos tempos-item 22 encontra-se o seguinte – “Outro sinal não menos característico do período em que entramos encontra-se na reação que se opera no sentido das idéias espiritualistas; na repulsão instintiva que se manifesta contra as idéias materialistas. O espírito de incredulidade, que se apoderara das massas, ignorantes ou esclarecidas, e as levava a rejeitar com a forma a substância mesma de toda crença, parece ter sido um sono, a cujo despertar se sente a necessidade de respirar um ar mais vivificante. Involuntariamente, lá onde o vácuo se fizera, procura-se alguma coisa, um ponto de apoio.”
Nesse período de transição pelo qual passamos as informações da realidade espiritual se fazem necessárias e com certeza elas chegarão por diferentes meios, inclusive de meios pouco convencionais como anteriormente exemplificado.
Para nós, educadores espíritas, se faz urgente que estejamos atentos para isso aprendendo com quem tem alguma coisa para nos ensinar como na situação por mim vivenciada que aprendi com minhas companheiras de jornada- as adolescentes grávidas.
•a autora faz questão de usar este termo

 

 

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Nada de orgulho – Orson Peter Carrara e Américo Sucena

A tola e inútil vaidade humana enche-nos o coração de pretensões, que causam sofrimentos e igualmente nos iludem também com conseqüências desagradáveis para nós mesmos. O que somos afinal?
Uma resposta prática: somos todos aprendizes. Iniciantes, diga-se de passagem.
Vaidade, orgulho, para que? Não somos melhores que ninguém, nem piores. Não somos maiores que ninguém, nem menores.
Somos todos iguais na necessidade de aprendizagem e melhoramento, apesar das diferenças, em virtude de experiências igualmente diferentes. Mas, convenhamos que estamos todos no mesmo “barco” do aprendizado, o que nos solicita, mutuamente, solidariedade e respeito.
Muitas vezes, idolatramos o sábio, o ídolo, ao mesmo tempo em que desprezamos o selvagem ou aquele que, em nosso julgamento, consideramos inferior. Todavia, todos – selvagens, sábios, ignorantes, bons e maus, ricos e pobres, sãos e enfermos, negros e brancos, etc – somos todos irmãos e solidários no mesmo caminho do aperfeiçoamento intelecto-moral.
A questão 787 de O Livro dos Espíritos, como as demais, é muito sábia. Na seqüência e desdobramentos de sua composição, há a pergunta final: Assim, os homens mais civilizados, foram selvagens e antropófagos? E a resposta magistral: Tu mesmo o foste, mais de uma vez, antes de seres o que és.
Claro, muito óbvio. Não fomos criados prontos. Estagiamos por diferentes experiências para alcançar o que já somos. O que estão à nossa frente, igualmente. E há os que estão passando agora. Por que então desprezar, ignorar, desfazer? Por que uma postura de prepotência, vaidade, e tolo orgulho?
Temos todos a mesma origem e a mesma destinação gloriosa na imortalidade. Os caminhos podem ser diferentes, mas a destinação é a mesma.
E a Bondade Divina permite-nos a permuta mútua de aprendizados permanentes, uns em favor dos outros. Não é notável perceber isso?
Estendamos, pois, nossa sintonia na construção de laços de simpatia e amizade, ampliando a fraternidade à nossa volta. Isso será altamente benéfico para todos os envolvidos.
Aprendamos a olhar cada pessoa com a visão de companheiros de caminhada, sem desprezá-lo, nem tampouco exaltá-lo. Afinal temos todos a mesma necessidade de aprimoramento intelecto-moral, apesar das diferenças aparentes que possamos apresentar...

Nota: A presente abordagem é fruto de diálogos mantidos entre os autores, sendo a elaboração textual de autoria do primeiro e as fontes indicadas de autoria do segundo dos autores.

 

 

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CAJURU 50 ANOS C.E. EURIPEDES BARSANULFO

O Centro Espirita Euripedes Barsanulfo foi fundado dia 17 de setembro de 1956.
A diretoria naquele momento era composta pelas seguintes pessoas:Ernesto Zanardo – Presidente, Alcides Luis Ferreira – Vice-Presidente, Sebastião do Carmo – 1º Secretário, José Nogueira – 2º Secretário, Cizira Zanardo Nogueira – 1º Tesoureiro e Joaquim Tristão de Carvalho – 2º Tesoureiro.

A primeira feira do livro foi realizada praça central (praça S. Bento), e foi realizada em 14 e 15 de abril de 1984.

Com o decreto de lei nº 750 a Prefeitura Municipal de Cajuru em 20 de maio de 1985, vem declarar de utilidade Pública o Centro Espírita Euripedes Barsanulfo, o prefeito naquele momento foi José Bernardes Freire.

A diretoria para o biênio de 2005/2006, foi eleita em 16 de setembro de 2005 e é composta pelas seguintes pessoas: Otair Rodriques – Presidente, Luiz Fernando de Melo – Vice-presidente, Carlos Hernani Caridiele - 1º Tesoureiro, Sebastião Barbosa de Oliveira – 2º Tesoureiro, Regina Ap.Barbosa Garcia – 1º Secretária e Valdir Perarira da Silva – 2º Secretário.

 

 

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Atividades desenvolvidas em 2006

Palestra dias 5,8 e 10 de maio, antecedendo a 22º feira do livro Espírita, que foi realizada nos dias 13 e 14 de maio. Nesta ocasião da abertura da feira contou-se com a presença do Coral do Centro Espírita Batuíra de R.P. e uma apresentação de um Quinteto de Sopro de Santa Rosa do Viterbo.

Durante o período de março a julho, realizou-se um curso de Desenvolvimento Mediúnico, ministrado pela equipe do Centro Espírita Batuíra coordenado por Tereza D´Alexandro. No mês de julho um curso de Passes e Atendimento Fraterno, coordenado por Cristina Pimenta, também do Centro Espírita Batuíra de R.P.

No dia 19 de agosto, palestra com Tácito E. Sgorlon, falando sobre o tema “ Pensamento e Mediunidade”. No mês de Setembro na comemoração dos 50 anos da fundação do Centro foram realizadas palestras todas as segundas e sextas feiras.

Dando continuidade aos cursos , mais um de Atendimento Fraterno, de 04 de outubro a 08 de novembro, ministrado por José Carlos, do centro Espírita Batuíra de R.P. Tem um bazar permanente com reformas e trocas de roupas e servem aos sábados a sopa comunitária. Estão sendo realizadas neste ano reformas estruturais consideráveis nessa Casa Espírita, dando um maior conforto aos freqüentadores e trabalhadores, nossos colegas de jornada.

Já estão disponíveis as agendas espíritas 2007 na banca do Livro Espírita Verdade e Luz na praça Carlos Gomes.
Adquira a sua e comece a planejar o próximo ano. Preços promocionais entre R$18 e 22,00.

 

 

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Jornada da AME-SP

A Associação Médico-Espírita de São Paulo realizará sua Jornada de estudos em São Paulo nos próximos dias 25 e 26 de novembro (sábado e domingo).

O objetivo dos estudos é a Reencarnação e a Vida. “Estudaremos profundamente a Vida – jornada eterna do Espírito – desde sua preparação para renascer até o desencarne”, explica o Dr. Rodrigo Modena Bassi, presidente da AME-SP.

Entre os palestrantes, estão médicos já reconhecidos como Dra. Marlene Nobre, com o tema “AME a Vida – do Nascer ao Morrer”; Dr. Décio Iandoli Jr. “A Reencarnação como Lei Biológica”; Dr. Roberto Lúcio V. de Souza com “Depressão na abordagem médico-espírita”; Dr. Sergio Felipe de Oliveira – “Mediunidade e Obsessão: Como influi na prática clínica e como abordar”, entre outros.

As inscrições antecipadas têm valor promocional e podem ser parceladas: R$ 150,00 (de 28/10 a 20/11) e R$ 180,00 no dia do evento. Sócios das AMEs e acadêmicos têm desconto.

Informações pelo telefone 11 5581-7089, www.amesaopaulo.org.br ou jornada@amesaopaulo.org.br

 

 

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Desafetos do passado... Será mesmo?
Wellington/Plasvipel

Nossa imprudência pode causar profundas seqüelas na alma das pessoas.

E na ciranda das vidas sucessivas, nos vemos por imperativos da reencarnação unidos àqueles que lesamos de uma ou outra forma.

Quando isso ocorre, sentimo-nos presos ao compromisso de restituir o equilíbrio àqueles que atiramos nos poços do desequilíbrio.

Alguns impacientes, cortam os laços e desertam, jogando tudo ao alto, abandonando o barco, todavia, continuarão presos aos compromissos assumidos por livre e espontânea imprudência na maneira de agir.

É com freqüência que ouvimos:

Meu esposo (a) é meu carma!
Detesto trabalhar neste lugar!
Não agüento mais minha família!

Ao pronunciar palavras desse tipo estamos dando a sentença:

- A vida é mesmo difícil e estou aqui apenas para sofrer, pois nada corresponde aos meus anseios!

Criamos então dentro do ambiente que estamos inseridos animosidade com aqueles que convivem mais estreitamente conosco.

Alguns apressados tratam de proclamar:

- São desafetos do passado!

Tentam adivinhar de todas as maneiras o porquê dos problemas nos relacionamentos e atiram a culpa sempre no que lhes convém.

Mas quando se diz que são “Desafetos do passado” pode até ser real, porém, não menos real é que “Desafetos do passado” podem ser, os amigos do presente.

Sim, porque o passado está lá atrás, e para que o sepultemos , se faz mister o exercício do amor, primeiro nos esforçando por compreender as dificuldades alheias, para após verdadeiramente amar o próximo com todas suas virtudes e limitações, ou seja, amar as pessoas como elas são.

Apenas o exercício do amor pode desatar os “nós” construídos durante nossos períodos de descuido e invigilância.

Portanto amigo leitor, ao nos depararmos com situações que pedem um maior sacrifício em prol do semelhante e de nós mesmos, o melhor a fazer é orar, pedir proteção ao alto e inspiração para continuar o caminho com a responsabilidade característica daqueles que querem conquistar o equilíbrio.

Porque enquanto houver alguns derramando lágrimas em virtude de nossas imprudências, jamais seremos felizes de fato.

 

 

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13 Congresso Estadual de Espiritismo

Promovido pela União das Sociedades Espíritas de São Paulo (USE SP), o 13º Congresso Estadual de Espiritismo, a ser realizado entre os dias 6 e 9 de julho de 2007, em Guarulhos, contará com a presença de Divaldo Franco que falará sobre União e Unificação - 60 anos da USE Sâo Paulo. "No ano que vem teremos duas datas importantes a serem comemoradas: os 150 anos de Espiritismo e os 60 anos de fundação da USE. Ninguém melhor do que Divaldo para falar sobre ambas as questões", esclarece Luiz Gouveia, Presidente da Comissão Organizadora.

Além da palestra do médium baiano, que abrirá o Congresso, a programação apresentará os módulos O Centro Espírita; A Comunicação Espírita; Infância e Mocidade Espírita e União Espírita, abordados por trabalhadores das respectivas áreas. Haverá, ainda, mesas redondas, programação cultural, praça de alimentação, banca de livros espíritas, entre outras atrações.

As inscrições já estão abertas e mais informações podem ser obtidas pelo telefone (11) 6447.0159 ou pelo e-mail congresso2007@use-sp.com.br.

 

 

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Concurso Literário Sesquicentenário de O Livro dos Espíritos

Para comemorar os 150 anos de lançamento da primeira obra codificada por Allan Kardec e que originou a Doutrina Espírita, a União das Sociedades Espíritas de São Paulo (USE) está lançando o concurso literário Sesquicentenário de O Livro dos Espíritos: 150 anos de Espiritismo, premiando com livros da USE os três primeiros colocados e publicando as melhores produções no jornal Dirigente Espírita. Além disso, os textos também serão expostos em um Varal Literário, durante o Congresso Estadual de Espiritismo, em julho de 2007.

Serão aceitos textos em prosa ou verso, entre 20 e 25 linhas, escritos em língua portuguesa. A avaliação será feita pela equipe de redação do jornal Dirigente Espírita com base nos seguintes itens: relação com o tema, correção gramatical, criatividade e qualidade do texto.

Os textos devem ser enviados em duas cópias, usando fonte Times New Roman, tamanho 14, espaçamento duplo, tendo título e pseudônimo do autor. Junto com a produção literária, o autor deve enviar um envelope lacrado contendo os dados pessoais (nome e endereço completos, e-mail, telefone, casa espírita que freqüenta e, ainda, o pseudônimo utilizado). Todo material recebido integrará o acervo do jornal - não havendo devolução -, sendo da USE o direito de publicação e/ou outras formas de divulgação.

O prazo de envio vai até 10 de fevereiro de 2007, para: Concurso Literário “Sesquicentenário de O Livro dos Espíritos: 150 anos de Espiritismo” – Rua Dr. Gabriel Piza, 433 – Santana – CEP: 02036.011 – São Paulo – SP. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail use@use-sp.com.br ou pelo telefone (11) 6950.6554.

 

 

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Conheça nossos Centros

União Espírita de Ribeirão Preto
Rua João Ramalho, 188 – Campos Elíseos – Rib. Preto
Fone 3630-2113

Centro Espírita Eurípedes Barsanulfo
Rua Santo Antonio, 378 – Cajuru
Fone 16 3667-3867

Soc. Espírita Joana D’Arc
Rua Henrique Dumont, 247 – Jardim Paulista – Rib. Preto
Fone 3941-0088

Centro Espírita Amor e Caridade
Rua Aurora, 270 – Vila Tibério – Rib. Preto
Fone 3635-6174

 

 

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CONQUISTE AMIGOS EM 5 CONTINENTES

ESPERANTO LÍNGUA INTERNACIONAL

CURSO INTENSIVO DE FÉRIAS
Método Direto Participativo APRENDA DIVERTINDO-SE!Aulas de 2.a a 6.a feira (1 mês)Das 19:15h às 22:00h(com possibilidades de acerto com o grupo)
INÍCIO: 03/01/2007TÉRMINO: 02/02/2007
LOCAL, INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES:Associação Pró-Esperanto de Ribeirão PretoAv. Paranapanema,684 – Sumarezinho – CEP:14051-290
Telefone:(16)36332784 – das 14 às 18h (de segunda a sexta)
aperp@netsite.com.br

 

 

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IMORTALIDADE
Vera Gaetani

O dois de novembro, como data dedicada à lembrança dos chamados finados, oferece-nos a oportunidade para refletirmos sobre questões relacionadas à imortalidade da alma.
Em Doutrina Espírita, a vida e a morte são duas faces da mesma realidade, pois tanto estamos vivos nós, espíritos encarnados, como estão vivos também os espíritos desencarnados. O que existe de menos nestes últimos é o corpo físico que, sendo matéria, um dia desagrega-se e morre, como acontece a todos os seres orgânicos.
Quanto à alma, é o “ser imaterial e individual que em nós reside e sobrevive ao corpo” e que, quando liberta da matéria grosseira, preferimos denominar Espírito. Por estas colocações, o Espiritismo enquadra-se como uma doutrina espiritualista; todavia, acrescenta algo mais: o espírito não tem uma única encarnação, sendo o nascimento e o desencarne episódios que se alternam e se sucedem na sua longa caminhada evolutiva.
Outro princípio básico do Espiritismo é que encarnados e desencarnados comunicam-se através de ondas mentais, o que é possível porque a mente não é física, sendo o cérebro simplesmente o seu instrumento de manifestação no plano físico.
Em coerência com este princípio, por ocasião do desencarne de um ente querido, o espírita sabe que o desespero não ajuda, uma vez que nossas ondas mentais atravessam a barreira da morte e chegam ao recém-desencarnado, aumentando-lhe a perturbação, pois ele também pensa sente e se preocupa com os que ficaram.
Igualmente o nosso comportamento nos velórios deve ser coerente com que aceitamos em Doutrina Espírita. Velório é ocasião para respeito e prece a fim de ajudarmos no processo de desencarne, não havendo lugar para observações malévolas ou lembrança de magoas.
Orienta-nos a espiritualidade superior que é natural a saudade que sentimos dos que partiram antes de nós, mas ela não pode tornar-se doença nem nos impedir de enxergar as outras pessoas que permanecem à nossa volta, esperando nosso carinho. A saudade dos que partiram antes de nós deve nos conduzir ao serviço do bem e a melhor homenagem a eles é fazer, em seu nome, todo o bem que eles gostariam de ter feito.

 

 

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Fitoterapia

A Sociedade Beneficente Milton Matos convida a todos os interessados para o atendimento de fitoterapia que promoverá, com a presença do Dr. Emerson Palhares Gonçalves, de Uberaba, no dia 26/11/06, das 8h30 às 11h30 e das 13h30 às 16h30, em sua unidade dois situada na Rua Cel. Américo Batista, 1824, Alto do Ipiranga, em Rib. Preto.
Consultas e fornecimento dos medicamentos serão gratuitos.

 

 

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Mocidade Batatais
Simpósio Espírita Educação dos Sentimentos:
Um exercício de reforma íntima.

Com a presença de uma centena de participantes, realizou-se nos dias 6 a 8 de outubro, nas instalações do Oásis Tower Hotel, em Ribeirão Preto, o Simpósio Espírita Educação dos Sentimentos, promovido pela União das Sociedades Espíritas Intermunicipal de Ribeirão Preto.

Com o objetivo de identificar diferentes aspectos da educação dos sentimentos, positivos e negativos e como lidamos com eles, o tema central foi abordado pelos vários conferencistas que desenvolveram suas apresentações voltadas a uma ampla abordagem do tema.

André Luis Bordini (Rib. Preto) – Tema : Educação dos Sentimentos
Nilza Pelá (Rib. Preto) – Tema: O Homem Biológico
Jason Camargo (Porto Alegre) – Tema: O Homem Intelectual
Clayton Levi (Campinas) – Tema: O Homem Emocional
Eliseu Mota (Franca) – Tema: O Homem Moral

A noite de abertura foi abrilhantada pelo tenor Allan Vilches que emocionou a platéia com sua apresentação.

 

 

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